quarta-feira, 26 de março de 2008

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Música, música, música, música...

Acho que comecei a gostar de música lá pra uns 8, 9 anos, tocando junto com o meu tio, num violão velho do meu avô... nem tinha todas as cordas, uhahuauhahuauha. É a arte que mais me emociona, e a melhor maneira de me expressar junto com os meus amigos.

Outro motivo que sempre me levou a querer viver dela é a ausência de competição e concorrência, embora para muitos não seja assim. Pra mim, é praticamente impossível dizer se uma música ou banda é melhor que outra, e por mais simples ou complexas que sejam, acabam sendo apenas diferentes. É um pensamento que tento levar para a minha vida em relação às pessoas, prezando acima de tudo a igualdade entre elas.

;)

sábado, 22 de março de 2008

?

"O futuro promete mudanças muito positivas e o universo conspira a favor daqueles que querem o bem e não só a si, mas a todos, porque entende que todos são, na verdade, um só!"

sábado, 15 de março de 2008

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Puro egoísmo é
Quando os soberanos vivem
Em suntuosos palácios,
Enquanto os campos jazem desertos,
E vazios estão os celeiros.
Puro egoísmo é
Ostentar roupagens luxuosas,
Enfeitar-se com jóias,
Ufanar-se de armas,
Empanturrar-se de iguarias,
Encher-se de bebidas inebriantes,
Acumular tesouros -
Latrocínio é tudo o que o homem faz
À custa dos outros...

segunda-feira, 10 de março de 2008

Os minerais têm vida?

Se tudo e todos somos feitos de conglomerados moleculares atômicos, em que momento, e devido à que, se daria o ‘sopro’ da vida? Por que tantas criaturas, desde as pequeníssimas até as mais gigantes, miraculosamente possuem asas e voam, outras possuem olhos e enxergam, antenas que captam vibrações, bigodes que sentem o quente e o frio, barbatanas que as impulsionam no mar, mãos, ouvidos, fucinhos, cloacas, enfim, tantos órgãos funcionais e sentidos, e no entanto as pedras, montanhas, rochas, se mantém imóveis, aparentemente inaptas à qualquer reação a não ser a de desfazerem-se lentamente frente aos fenômenos naturais, ou emergirem por conseqüência do resfriamento do magma vulcânico? Será que por isso não teriam vida? Não poderia ser esta a vida à sua maneira?

Se são essas rochas também conglomerados atômicos, será que não seríamos nós os precipitados ao pensar que essas não são vívidas, não são passíveis de influência de nossas vibrações, das mais sutis até possíveis choques, implosões, ou até mesmo beijos e abraços?

Não estaríamos nós talvez sendo prepotentes ao pensar que nossos limitados cinco sentidos dariam conta de captar tudo o que nos circunda e o que enviamos ou recebemos através do ar, do mar e da terra?

Não poderia o reino mineral, à sua moda, sorrir, chorar, captar, contemplar, observar, e perceber? Existe vida ali correndo de alguma forma?

Quer saber o que eu acho?
Que de qualquer maneira sou muito grato à eles, os minerais.
E que eu to viajando e já passou da hora de eu ir dormir.
Boa noite à você caro(a) amigo(a), sinta-se livre e convidado a pensar, intuir, e comentar sobre.

Beijos!

sexta-feira, 7 de março de 2008

+ + +

Ninguém jamais ousou dizer isso; pelo contrário, as pessoas tornam o ‘certo’ o mais difícil possível. Para todos os que foram condicionados por diferentes tradições, o errado é fácil e o certo é árduo. É preciso treinamento, disciplina, repressão, renúncia ao mundo, renúncia aos prazeres...
Todas as religiões tornam o certo difícil porque o difícil é atraente, atraente para o ego. Mas o ego não é a verdade, não é o certo. Você percebe o dilema? O ego só é atraído pelo difícil, pois se sentirá desafiado. Se você quiser que as pessoas sejam santas, precisará tornar muito difícil o seu certo, a sua verdade, a sua disciplina. Quanto mais difícil, mais as pessoas egóicas serão atraídas, serão praticamente puxadas como que por um imã.
Mas o ego não está certo; ele é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa, e não pode lhe entregar o certo, a verdade, mas apenas fortalecer-se mais. Em uma simples afirmação, Chuang Tzu está fazendo a afirmação mais fecunda: O fácil é o certo. Porque o ego não sente atração pelo fácil. Se você estiver se movendo na direção do fácil, o ego começará a morrer; e, quando não sobrar nenhum ego, você chegará à sua realidade, ao certo, à verdade.
Esses são os dois lados da mesma moeda. Se, ao começar a viver uma vida certa, você descobrir que ela está difícil, então lembre-se: ela não está certa. Se, ao viver o certo, sua vida se tornar cada vez mais fácil, cada vez mais um deixar acontecer, um fluir com a corrente, aí sim...
É difícil ir contra a corrente, mas seguir com a corrente não é difícil. Assim, escolha as coisas mais fáceis da vida, as coisas mais naturais da vida. Lembre-se do critério de que o certo precisa produzir a felicidade, o estado de relaxamento em você. O difícil é o alimento pro ego, e o ego é a barreira que o torna cego, surdo, que torna seu coração difícil de se abrir, que faz com que amar, cantar e dançar sejam difíceis pra você.
Toda a sua vida deve ser um fenômeno fácil. Você será um ser natural, apenas ordinário, comum. E o ordinário é o mais extraordinário. As pessoas que estão tentando ser extraordinárias não entenderam nada. Seja simplesmente uma pessoa comum, um joão-ninguém.
Mas seus condicionamentos são corruptos, eles o corrompem, dizem: estar no fácil é ser preguiçoso, ser normal é humilhante. Se você não tentar ter poder, prestígio ou respeitabilidade, sua vida não terá sentido.
O difícil fará de você ‘alguém’, um primeiro-ministro, um presidente, mas não o tornará divino. O fácil é divino.